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Laboratório Brasileiro de Tecnologias Fantásticas

Sistema Virtual Teste de Bafômetro | Tolerância Zero

LABS LABORATÓRIO SUBMARINO Cientes de nossa responsabilidade social e no intuito de proteger aqueles que beberam
um pouco além da conta(já que o c* deles não tem dono), mas juram que está “tudio béin”,o LAB.com.br
traz um testede bafômetro virtual que avisa para o bebum-chato-que-está-na-fase-de-cantar-samba-
canção-bem-baixinho-no-seu-ouvido-enquanto-mija-no-seu-pé de que ele não pode dirigir
nem carrinho de supermercado.
Outra alternativa é você verificar o quanto pode beber e o quanto deve esperar até pegar no volante.
Sempre lembrando que o teste do bafômetro virtual é educativo, divertido mas(como tudo neste site)
não tem aferição científica. 

E aí, funciona ou não funciona?


Campanha “Só um copo de cerveja e nada mais”

Considerando o ‘aperto’ na legislação de trânsito que proibe aos motoristas dirigirem com qualquer quantidade de alcóol no sangue, nossos cientistas estão propondo uma pequena correção na lei para que permita que seja permitida a ingestão de apenas um copo de cerveja, uísque, vinho ou qualquer outra bebida alcóolica.

Acreditamos que as pessoas, como nossos cientistas, não devam ser punidos por beberem ’socialmente’.
Segue abaixo foto de nosso último churrasco onde podem ver que é permitido que cada um beba apenas um copo de bebida alcólica(os acidentes inevitáveis que ocorrem sempre após nossa confraternização são obviamente culpa dos outros motoristas que beberão mais de um copo, óbvio!).

Só um copo de cerveja e nada mais

Participe da campanha “Só um copo de cerveja e nada mais”. Divulgue esta idéia para seus amigos. Mande um email para seu deputado indicando nosso site.


O que acontece no organismo humano numa festa?

   
  Bem, de festa nossos cientistas entendem… Vão em todas, bebe todas e tentam comer todas, também…
Com  a desculpa de fazer uma pesquisa científica, desta vez resolvemos analisar o que acontece com o corpo humano durante um “festa de arromba”.
Como não conseguem escrever nada que preste quando estão bêbados, esta matéria foi mal copiada de um artigo de uma Revista Super Interessante (número 12, ano 4) que estava na sala de espera da recepção da borracharia do Pedrão, ali na esquina.Festejar significa submeter a saúde a uma maratona.
Por melhor que seja a “balada”, quanto maior a animação, maior o desafio: cérebro, fígado, estômago, células defensoras, até coração trabalham cada vez mais freneticamente, enquanto o festeiro se diverte.O folião nem desconfia que o maior agito não está ao seu redor e sim dentro dele próprio.
Veja aqui o que acontece em um réveillon e tenha boas festas, quer dizer, agüente firme!

21h30

Pronto para fugir!

A campainha da casa do anfitrião é um alarme para o cérebro do convidado, que dispara mensageiros químicos rumo as duas glândulas acima dos rins, as supra-renais.
Ao receber o aviso, elas despejam os hormônios do estresse: a adrenalina, que acelera o coração, e os glicocorticóides, que retiram nutrientes das células.
Tudo para mandar mais sangue e combustível aos músculos, deixando o corpo preparado para dar no pé, caso encontre uma surpresa desagradável do outro lado da porta.
É um mecanismo de defesa inevitável.

21h40

Àgua na boca

Os olhos captam a imagem perturbadora de uma bandeja de salgados.
A boca, então, fica cheia de saliva, que é 99,5% água, para transformar o petisco numa papa fácil de ser engolida.
O líqüido contém ainda enzimas para quebrar as moléculas de amido, presentes na massa de uma empadinha, por exemplo.
Mas esses preparativos podem ser em vão, se a oferta do garçom é recusada.
A digestão é acionada só de se ver comida, mesmo quando não estamos com fome, explica o fisiologista Francisco Gacek, professor da Universidade de São Paulo.

21h45

Primeiros goles

No estômago, a bebida alcoólica estimula a secreção do suco gástrico, quebrador de proteínas. Por isso, ela ajuda na digestão.
Mas se a barriga está vazia o suco gástrico ataca o próprio estômago, provocando uma azia. E a pessoa fica tonta depressa, pois o álcool logo vai parar no sangue.
Circulando, as moléculas alcoólicas confundem os neurônios do cérebro, antes de serem destruídas lentamente pelo fígado.
Se o convidado come tira-gostos gordurosos, agüenta mais tempo sem sentir tontura, porque a gordura retarda a absorção do álcool.

21h50

Bate-papo

No cérebro, a circulação sangüínea fica mais intensa na área do hipocampo e na superfície escura chamada córtex.
Isso porque é preciso resgatar a memória de filmes, livros, situações curiosas, viagens, enfim, tudo o que possa servir de assunto para alimentar uma conversa.
Existem recordações gravadas em todo canto cerebral, mas a gente só tem consciência delas quando alcançam o córtex. Já o hipocampo participa da gravação de novos arquivos, como a lembrança do rosto de quem participa da discussão.

22h00

Depois da piada

Será que a brincadeira agradou?
Segundo o psicólogo Ailton Amélio da Silva, da Universidade de São Paulo, na gargalhada legítima os cantos da boca sobem, empurrando as pálpebras inferiores para cima.
Os músculos em torno dos olhos também se contraem, deixando-os semi-fechados.
Já na risada falsa, a boca se estica para as laterais da face, sem apertar os olhos, que continuam arregalados. Só o riso verdadeiro, porém, faz as células cerebrais reagirem com uma descarga de endorfinas, calmantes naturais.

22h30

Sinais de paquera

Os olhos flagram alguém atraente e, sempre que é surpreendido, o coração bate mais forte. O corpo, então, bota para rodar o seu programa de charme, que é diferente conforme o sexo.
As mulheres tocam bastante os cabelos e mostram as palmas da mão enquanto falam.
Já os homens estufam o peito, diz Ailton Amélio da Silva, que observou quase 200 casais nessa situação. Olhos nos olhos são outro sintoma do casal paquerador. As pupilas se dilatam, obedecendo involuntariamente as ordens do cérebro seduzido.

23h00

Efeitos da gula

De novo, o olhar aciona a digestão, agora diante da ceia.
O estômago começa a se movimentar. A chegada de comida acelera o rebolado estomacal, que serve para misturar tudo com o suco gástrico.
Mas ao se exagerar no prato o estômago lotado fica com as paredes tão esticadas, que mal podem se mexer.
Resultado: peso na barriga. O alívio demora, porque não é fácil para o intestino quebrar as gorduras, comuns nos cardápios de festas. Assim, ele fecha a sua entrada e só passa um pouco de comida por vez.

Meia noite

Todos cantam e começam a falar alto. O som captado pelos ouvidos deve ser decifrado na região temporal do cérebro.
Esse não quer nem saber se toda a barulheira é sinal de alegria. O sistema nervoso gosta que falem baixinho.
Volumes altos são interpretados como sirenes de alerta. Outra vez caem no sangue os hormônios do estresse.
Os batimentos cardíacos aumentam e o pulmão passa a trabalhar mais rápido para fornecer oxigênio. O desgaste só tem fim quando a poluição sonora termina.

2h00

Nariz confuso

O ar está saturado de moléculas odoríferas desprendidas de pessoas e objetos. Elas são analisadas por 25 milhões de células no fundo do nariz, que enviam sinais elétricos ao bulbo olfativo no cérebro.
Mas, cansadas, as células mandam mensagens confusas e, por isso, nessas alturas só se decifram cheiros fortes, como o do cigarro.
A fumaça desse, aliás, carrega moléculas de nicotina para o sangue de todos os presentes, por meio da respiração.
Aumenta a trabalheira do fígado incumbido de liqüidá-las.

2h30

Faxina interna

Enquanto dura a folia, as células defensoras do sistema imunológico não têm sossego.
É assim sempre que se enfrenta uma pequena multidão: o corpo entra em contato com micróbios alheios e partículas de poeira que os sapatos levantam do chão.
Calma, raramente alguém começa a semana doente, porque as defesas são recrutadas para fazer uma limpeza mal um agente estranho entra nos pulmões, na boca ou numa brecha da pele.
A célula macrófago é a que mais trabalha, engolindo e derretendo os invasores.

4h00

Fim de festa

Por mais que se tente vencer o sono, o sistema nervoso cansado fala mais alto, espalhando sinais de fadiga no corpo.
Os ombros ficam caídos e as pálpebras, idem.
A voz perde a força.
A memória não registra os acontecimentos direito.
O estômago continua quase paralisado.
O fígado não consegue ter folga, principalmente por causa do álcool e das gorduras.
Os músculos estão tombados.
O sistema imunológico, à beira do esgotamento.
O corpo termina em frangalhos, mas quem festejou sai delirantemente feliz.  

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